segunda-feira, 28 de março de 2011

Para a política, o bem-comum, visto sob um primsma estereotipado vêm a ser a ordem, afinal sem a ordem não há estabilidade nos principais setores necessários para a sobrevivência das pessoas enquanto sociedade. Mas até que ponto o bem-comum é a ordem? É a partir desta questão que se faz necessario levar em consideração a forma pela qual um governo estabelece a ordem entre os indivíduos, a exemplo de regimes autoritátios em que a partir do momento em que se têm um considerável número de revoltas e manifestações "rebeldes", estas serão controladas e minimizadas por intervenções muitas vezes violentas por parte do Estado, que apesar de buscar a ordem, pode deixar de atender ao bem-comum frente a uma grande manifestação que abranja boa parte das pessoas dentro daquele regime. Portanto, o estabelecimento da ordem enquanto sendo o bem-comum é uma variável do contexto em que se encontra a necessidade de estabelecer-la, cujas variações giram em torno de fatores como por exemplo a magnetude em questão de número de pessoas que vão contra a suposta ordem que exista.

Guilherme Lorando Gomes da Silva RA: 00097331

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