A ordem não é a totalidade do bem-comum na Política, entretanto, deve ser considerada o passo primordial, o pilar central, pois é a partir da instauração e manutenção da ordem que é possível desenvolver-se rumo ao bem-comum. Logo, é insuficiente buscar-se somente a ordem, mas é necessário, e após a garantia dessa, deve-se trabalhar pela criação dos meios pelos quais os cidadãos vão poder se desenvolver individualmente, respeitando uns aos outros, e o Estado desenvolver-se respeitando os outros Estados.
Rodrigo Augusto Duarte Amaral Entende-se por ordem uma organização bem estruturada de um "conjunto" (um estado,uma tribo,uma comunidade) que por meio de "regras"(leis,constituição,emendas)busca manter uma estabilidade vigente, opondo-se ao caos.Existem tres modos claros para se alcançar esta ordem:o medo,como num regime autoritário em que a submissão permite a afirmação política desse governo; a satisfação como numa sociedade igualitária (utópico), ou na qual o bem comum realizar-se totalmente neste"conjunto", e que a sociedade, por estar satisfeita, contribui voluntariamente para a estabilidade; ou ainda, a promessa de que através da ordem, e do respeito das "regras" pode-se alcançar um sistema politico justo. Portanto, essa afirmação determinada de que o bem comum é a ordem não está correta, haja vista os diferentes meios citados, acima, para alcança-la.Porém enquanto uma sociedade em que a satisfação generalizada impera, o caminho para a ordem é muito mais claro e possível.
Tomando por consenso que ‘ordem’ é sinônimo de controle e organização, onde há um sujeito que ordena e um objeto a ser ordenado; que sob a óptica da política, pode ser adequado como o estado sendo o sujeito e a população o objeto, e também que ‘bem comum’ é sinônimo de satisfação universal, então esse último não pode ser invariavelmente resultado do primeiro. A razão disto é que essa ordem pode ser estabelecida em um Estado de forma que impeça a existência do bem comum. Como exemplo, é possível imaginar um Estado absolutista onde haja um perfeito ordenamento da população, imposto por leis e assegurado por forças repressoras quaisquer; onde justamente essa ordem repressora anula as liberdades da população e impede que atinjam um bem comum. Tie Franco Brotto RA00096970
A ordem não é a totalidade do bem-comum na Política, entretanto, deve ser considerada o passo primordial, o pilar central, pois é a partir da instauração e manutenção da ordem que é possível desenvolver-se rumo ao bem-comum. Logo, é insuficiente buscar-se somente a ordem, mas é necessário, e após a garantia dessa, deve-se trabalhar pela criação dos meios pelos quais os cidadãos vão poder se desenvolver individualmente, respeitando uns aos outros, e o Estado desenvolver-se respeitando os outros Estados.
ResponderExcluirRodrigo Augusto Duarte Amaral
ResponderExcluirEntende-se por ordem uma organização bem estruturada de um "conjunto" (um estado,uma tribo,uma comunidade) que por meio de "regras"(leis,constituição,emendas)busca manter uma estabilidade vigente, opondo-se ao caos.Existem tres modos claros para se alcançar esta ordem:o medo,como num regime autoritário em que a submissão permite a afirmação política desse governo; a satisfação como numa sociedade igualitária (utópico), ou na qual o bem comum realizar-se totalmente neste"conjunto", e que a sociedade, por estar satisfeita, contribui voluntariamente para a estabilidade; ou ainda, a promessa de que através da ordem, e do respeito das "regras" pode-se alcançar um sistema politico justo.
Portanto, essa afirmação determinada de que o bem comum é a ordem não está correta, haja vista os diferentes meios citados, acima, para alcança-la.Porém enquanto uma sociedade em que a satisfação generalizada impera, o caminho para a ordem é muito mais claro e possível.
Tomando por consenso que ‘ordem’ é sinônimo de controle e organização, onde há um sujeito que ordena e um objeto a ser ordenado; que sob a óptica da política, pode ser adequado como o estado sendo o sujeito e a população o objeto, e também que ‘bem comum’ é sinônimo de satisfação universal, então esse último não pode ser invariavelmente resultado do primeiro. A razão disto é que essa ordem pode ser estabelecida em um Estado de forma que impeça a existência do bem comum. Como exemplo, é possível imaginar um Estado absolutista onde haja um perfeito ordenamento da população, imposto por leis e assegurado por forças repressoras quaisquer; onde justamente essa ordem repressora anula as liberdades da população e impede que atinjam um bem comum.
ResponderExcluirTie Franco Brotto RA00096970